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É voz corrente que em relação à pontualidade os portugueses deixam muito a desejar, sobretudo quando a comparação é com países como Inglaterra, cuja atitude é meticulosa em relação ao tempo.

Nunca se deve perguntar a uma pessoa a idade que esta tem. Por isso, perguntar à vida a idade que esta possui pode tornar-se um desafio, já que esta está em plena sintonia com o tempo, e tal como refere Mário Quintana, poeta e jornalista brasileiro. “O mais feroz dos animais domésticos é o relógio de parede: conheço um que já devorou três gerações da minha família.”

Desde sempre que o homem teve a necessidade de controlar o mundo que o rodeia e todos os fatores externos que o podem perturbar.

Apesar dos seres humanos fazerem parte de apenas uma ínfima porção daquilo que é a história da Humanidade, os vários registos e dados históricos existentes possibilitam não só o conhecimento das características sociais, políticas e artísticas de cada época do extenso passado do mundo, mas também garantem a possibilidade de estabelecer uma comparação entre as sociedades ancestrais e aquela na qual estamos todos inseridos hodiernamente, sendo as mudanças nos diversos setores supramencionados fruto da evolução do tempo.

O tempo pode ser entendido a partir de várias perspetivas, determinantes no modo como é gerido e na importância que tem para a natureza, para o homem e para a sociedade.

 

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